É isso.

É isso, não tem mais o que se fazer, já tentamos de tudo, ou melhor, eu já tentei de tudo. Cheguei em um ponto que eu finalmente tive que me decidir. Tive que encarar a vida de frente e decidir o que eu realmente quero para minha vida e o que é realmente melhor para mim e para meu coração. É inevitável tentar adiar a verdade. Certas coisas não têm como esperar mais um tempinho e ir empurrando para frente com a barriga, ou é agora, ou é nunca. E por fim decidi que é melhor deixar ir, porque finalmente percebi que o amor só é de verdade quando um completa o outro, quando um corresponde o outro. Amar sozinho não é amor, é sofrimento, é solidão. Mas não pense que foi uma decisão fácil, talvez tenha sido uma das mais difíceis que e certas que eu tenha tomado. Não estou te soltando, para falar a verdade acho que nunca te tive por completo, apenas aceitei que não tinha como dar certo. Não tomei essa decisão por falta de amor, pelo menos não de minha parte, cá entre nós, nós dois sabemos que amei em excesso, amei por nós dois, e foi por amar tanto sozinha sem minha intensidade ser correspondida que perdemos todas as poucas chances que tínhamos de dar certo. E não meu bem, eu não vou voltar atrás. Eu já voltei muitas vezes e cada uma delas me fez perceber que eu não sirvo para essa história de “só um pouco de amor”, eu preciso do conforto da intensidade, eu preciso do completo, do inteiro e percebi também que não mereço menos do que isso. A verdade é que a gente tentou, fomos no máximo, até onde podíamos, fizemos nossa parte, bem eu pelo menos estou com a minha consciência e o meu coração tranquilos de que eu fiz minha parte. Amei você com tudo o que eu podia, mas amar e não ser amado não é para mim. Avida é muito curta para desperdiçar tanto amor com quem não corresponde nem um terço. Bem, é isso. Não tem mais o que se fazer. Já era, já foi. Boa sorte. Seja feliz, mesmo, porque eu garanto que de agora para frente finalmente serei. (Escrito por Bárbara Flores)

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