Cidades de papel - John Green

A maioria certamente já ouviu falar sobre o escritor John Green, que ultimamente ganhou destaque com suas obras que estão sendo um sucesso, e uma delas é Cidades de Papel. Eu ainda não li, mas particularmente estou super ansiosa para ler! Pelos comentários que já li, pela sinopse (que me encantou) e pelos trechos que separei, parece ser um bom livro, profundo e sensível, que mostra as diferenças entre o que nós achamos das pessoas e o que elas realmente são, reflexões sobre a vida e os valores que a gente tem! 
Sinopse: Quentin que tem uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança contra o namorado dela. Apesar de resistir um pouco, ele, é claro, aceita. Tudo vai às mil maravilhas, a noite termina, o sol nasce e ao chegar na escola, Quentin acha que as coisas vão mudar, que ele e Margo serão melhores amigos e que ele terá como provar como ele é um cara legal, mas o que acontece é que Margo desaparece. Pelo que consta, essa já é a quarta ou quinta vez que a garota faz isso, e como agora ela já tem 18 anos, seus pais – de saco cheio – nem ligam mais. Quentin não desiste de Margo tão fácil. Ele sente que ela pode ter deixado pistas e vai fuçar o quarto dela com os amigos para achar algo que diga onde ela está. Quentin parte em busca de Margo, e quanto mais se aproxima da garota por quem é apaixonado, mais percebe que ele não a conhecia.
“Talvez seja mais como o que você falou antes, rachaduras em todos nós. Como se cada um tivesse começado como um navio inteiramente à prova d’água. Mas as coisas vão acontecendo… as pessoas se vão, ou deixam de nos amar, ou não nos entendem, ou nós não as entendemos… e nós perdemos, erramos, magoamos uns aos outros. E o navio começa a rachar em determinados lugares. E então, quando o navio racha, o final é inevitável.”

“Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente.”

“Mas as coisas vão acontecendo… as pessoas se vão, ou deixam de nos amar, ou não nos entendem, ou nós não as entendemos… E nós perdemos, erramos, magoamos uns aos outros. E o navio começa a rachar em determinados lugares. E então, quando o navio racha, o final é inevitável. (…) Mas ainda há um momento entre o momento em que as rachaduras começam a se abrir e o momento em que nós rompemos por completo. E é nesse intervalo que conseguimos enxergar uns aos outros.”

“— Você não está preocupada com o… para sempre?
— O para sempre é composto de agoras.”

“Eu estaria mentindo se falasse que seu sorriso não mexe comigo.”

“É muito difícil ir embora - até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo.”

“Mas ainda há um tempo entre o momento em que as rachaduras começam a se abrir e o momento em que nós nos rompemos por completo. E é nesse intervalo que conseguimos enxergar uns aos outros, por que vemos além de nós mesmos, através de nossas rachaduras, e vemos dentro dos outros através das rachaduras deles.”

“Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre. Por exemplo, muito provavelmente eu nunca vou ser atingido por um raio, nem ganhar um prêmio nobel, nem ter um câncer terminal de ouvido. Mas se você levar em conta todos os eventos improváveis, é possível que pelo menos um deles vá acontecer a cada um de nós.”

E você? Também gostou das frases? Já tinha ouvido falar? Também ficou com vontade de ler? Eu já estou providenciando o meu ♥

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