O amor nasce e morre.


O amor nasce e morre. As pessoas dizem que ele não acaba, mas ele não acaba assim de repente, de um dia para o outro, de um mês para o outro, o amor morre, morre aos poucos. O que para na minha opinião é ainda mais triste, quando algo acaba você ainda tem a chance de recomeçar, mas quando morre, não tem como ressuscitar, é o fim. Não adianta tentar negar, no fundo você sabe, assim como nada nessa vida é eterno, o amor também não é. O amor se cansa, ele insiste até esgotar suas forças. O amor morre pela falta, pela falta de atenção, pela falta de consideração, pela falta de paciência, pela falta de cortesia, pela falta de gentiliza, pela falta de demonstração. O amor se esgota se não há cumplicidade, se não há dedicação, se não há empenho, se não há paixão, se não há afeição. Sabe aquela historinha clichê que o amor é como uma semente? Que é preciso regar, cuidar e cultivar todos os dias? Pois é, por mais clichê que seja é verdade. O amor morre pela falta de zelo, pela falta de ser valorizado, pela falta de ser cuidado. O amor aguenta, suporta, resiste, sustenta, atura, admite, tolera e permite tudo, até chegar no seu limite. Até chegar no ponto que não importa quão grande o amor seja, ele simplesmente esgotou e usou todas suas forças tentando o seu máximo. O amor nasce e morre, não é inabalável, não adianta negar, bater o pé e teimar, o amor tem o seu fim. (Escrito por Bárbara Flores)


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